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Ora é você que se sente no limite e a ponto de explodir, ora é alguém no limite prestes a explodir com você…
Não sabe como lidar com essas situações de “limite” e estresse?
Então, continue lendo e veja como sair dessas situações sem agredir ninguém nem ser agredido.

Tem dias e momentos em que a gente chega no nosso limite. Todo mundo tem seu limite quanto ao cansaço, a tolerância, a paciência, a dor.

E assim como temos os nossos limites precisamos compreender que os outros também tem os seus.

Tirando-me como exemplo, usando um ocorrido recente quero te mostrar como respeitar o próprio limite sem agredir o outro.

Se tem uma coisa que eu quase não faço nessa vida é verbalizar chateação, ou mesmo dor. Por isso, quem me conhece bem sabe que quando eu menciono que estou com dor é porque realmente já não estou mais suportando.

Quando estou com dor procuro lidar da melhor maneira, mas existe momentos em que o próprio corpo não pode mais suportar.

Há algumas semanas atrás passei um final de semana inteiro com uma dor de cabeça absurda, tenho um quadro de sinusite e no tal final de semana em questão a sinusite veio com força. Eu tinha compromissos a cumprir e questões pra resolver durante praticamente o final de semana inteiro.

Tomar remédio parecia não surtir efeito algum, me levantei na manhã do sábado após não ter dormido quase nada à noite por tanta dor de cabeça, me arrumei e fui resolver problemas, atender compromissos, e assim foi o dia todo bem cheio.

De sábado para domingo foi a mesma novela, a noite em claro devido a tanta dor de cabeça, mas precisei levantar no domingo pra resolver mais algumas coisas importantes, fomos almoçar com alguns familiares e a cabeça tinindo de dor. Quando a noite chegou eu já não aguentava mais manter os olhos abertos ou ouvir o menor ruído. Acabei não indo nem para o culto de tão mal que estava.

Já tinha chegado do meu limite de dor. A dor de cabeça já me trazia enjoo, como normalmente acontece quando tenho crises intensas de enxaqueca ou sinusite.

A hora do jantar chegou e a mesa repleta de gente… Imagina o desafio que foi me sentar a mesa e manter a calma diante das conversas.

E então eis que surge mais gente e o pior, falando alto, aquilo causou um estrondo tão grande dentro da minha cabeça, que foi difícil manter a calma, avisei da dor de  cabeça e recebi uma grosseria…. A pessoa tornou a falar alto e mais alto ainda em tom de provocação.

Eu estava pra lá do meu limite de dor e de paciência, eu poderia ter agredido a pessoa com uma porção de grosseiras como até merecia, mas como eu ME respeito, me apressei em terminar a refeição o mais rápido, recolhi meu prato, coloquei na pia, agradeci a dona da casa pela refeição e me retirei o mais depressa possível.

Tudo tem limite, né gente? Há quem espere que eu esteja sempre sorridente, paciente, e perfeita, mas tenho meus limites como todo mundo tem os seus.

É muito bom quando somos respeitados nesses nossos momentos. Todo mundo tem aquele dia em que não está muito bem, mas se depois de avisar quem está no entorno da sua situação e estes não te respeitarem, escolha SE respeitar. Mas isso não quer dizer que você tenha que aguentar ou aceitar que os outros ultrapassem seus limites.

Se não der pra aguentar, saia do ambiente, ainda que as pessoas achem isso desagradável, é melhor sair do ambiente do que ficar e acabar numa discussão.

Minha cabeça queria um pouquinho de paz e paz eu me dei ao sair de lá.

Cada um planta na vida uma porção de coisas. Se é desrespeito, é isso o que uma hora ela colherá. Se recebemos grosserias e não as devolvemos estamos plantando boas sementes que voltarão pra nós ainda que não seja de imediato.

Seja tolerante quando alguém a sua volta demonstra estar no limite. Isso serve para o seu casamento, sua relação com seus filhos, com seus pais e irmãos, amigos e até colegas de trabalho.

Respeite os outros, mas respeite seus próprios limites também. E entenda que uma coisa não precisa tirar o respeito da outra.

Até a próxima.








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Denise Angeli
Denise Angeli
Sou cristã, casada e mãe de uma menina. Formada em Gestão de Recursos Humanos e líder do Ministério Adorai. Amante da arte, pratico algumas delas: Escrevo música e poesia, canto, fotógrafa e estudante de flauta transversal. E fui bailarina. Gosto de trabalhar para ajudar as pessoas. Tenho um objetivo que sigo sem descanso: Ser melhor a cada dia. Amo ler a Bíblia e vivo minha fé. Nem sempre falo dela diretamente, mas as coisas que falo e faço tem este fundamento.

2 Comments

  1. Alexandra disse:

    Realmente Denise, o que mais falta nos dias de hoje é respeito, as pessoas não entendem que cada um tem o seu limite.

    • Denise Angeli disse:

      É Alexandra, está em falta mesmo nesse mundo mais respeito pelo limite do outro.
      E há ainda quem pense que pra respeitar o outro a gente tenha que se desrespeitar. Dá pra fazer ambos!
      O que a gente pode fazer é respeitar o outro e a nós mesmas e esperar que isso de alguma forma influencie outros a agirem assim também.
      Um abraço, querida. 😀

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